Dó
Ré
Mi
Fá
Si
Lá
Sol
Faz-se lá sol
Me sem nó vas nó tas
Tão sem que com
Mo vi do que nem sei
Sei se não
Dó não sei ti
Sem ti
Não é
Fá tô
Nem aí.
'Arthur Parreiras e Marcos Assis 29/05/2010
Mostrando postagens com marcador lisérgicos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador lisérgicos. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 23 de julho de 2010
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Iris
Frio.
- Tá sentindo?
- O que?
- Frio porra!
É tanta água que me hipnotiza o barulho
Do beijo nas pedras.
O frio está que congela o silêncio das árvores,
E o falatório me faz dormir acordado.
Será alguém?
Nas árvores adiante...
Aquele bebê que vira olho,
Nariz,
Boca,
Tem alguém ali.
- O que você quer?
- Você............ acredita em Deus?
- Ele acredita em mim. Você acredita?
- Em Deus ou em você?
- Em mim. E em Deus.
- Acredito.
O bebê está se movendo
Dentro do olho que tudo está vendo.
Eu sinto,
Sei.
Agora eu entendo tudo.
Não sou um louco qualquer.
- Tá sentindo?
- O que?
- Frio porra!
É tanta água que me hipnotiza o barulho
Do beijo nas pedras.
O frio está que congela o silêncio das árvores,
E o falatório me faz dormir acordado.
Será alguém?
Nas árvores adiante...
Aquele bebê que vira olho,
Nariz,
Boca,
Tem alguém ali.
- O que você quer?
- Você............ acredita em Deus?
- Ele acredita em mim. Você acredita?
- Em Deus ou em você?
- Em mim. E em Deus.
- Acredito.
O bebê está se movendo
Dentro do olho que tudo está vendo.
Eu sinto,
Sei.
Agora eu entendo tudo.
Não sou um louco qualquer.
Marcadores:
lisérgicos
terça-feira, 20 de julho de 2010
A Mente Mente
Sem teto que me abrace
Danço banco que me sinto.
Cinto forca improvisada
No balanço do que minto.
- Mente?
A mente mente pra ser independente
E de bobo faz a gente que insiste e acredita.
Erudita palavra alada
Sufocada voa não.
Mergulhada em sentimento
Banca dança que é não.
Força cinto embaraçado
Nesse teto que balança.
Danço banco que me sinto.
Cinto forca improvisada
No balanço do que minto.
- Mente?
A mente mente pra ser independente
E de bobo faz a gente que insiste e acredita.
Erudita palavra alada
Sufocada voa não.
Mergulhada em sentimento
Banca dança que é não.
Força cinto embaraçado
Nesse teto que balança.
Marcadores:
lisérgicos
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Quem és Tu
Nasce planta
Brota seu
E
Meu sentimento nosso;
É sim
Meça ponto
Boto meu
Terno sentimento meu
Em si.
Nasça pronta
Tonta
Fonte, fronte
Ponte e
Aponte para aquele
Que és tu
E eu não sei.
'Arthur Parreiras e Marcos Assis 29/05/2010
Brota seu
E
Meu sentimento nosso;
É sim
Meça ponto
Boto meu
Terno sentimento meu
Em si.
Nasça pronta
Tonta
Fonte, fronte
Ponte e
Aponte para aquele
Que és tu
E eu não sei.
'Arthur Parreiras e Marcos Assis 29/05/2010
Marcadores:
lisérgicos
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Conversa pra Doid’ Ouvi
Já são sete anos de guerra ao lado do leão.
O sol sempre bate mais, cada dia mais.
E a lua cada vez mais se aproxima, tentando entender o que eu falo com ela.
Eu acho que já estou curtido de mais!
Mas um dia ainda vou ser mais "da antiga" ainda e o respeito só cresce.
A guerra entre o exército nu e o muro dos paradigmas.
Sempre haverá!
É que agente pensa de mais,
Sente de mais,
Ri de mais,
Tudo é de mais.
As pausas são as melhores:
Simplesmente agente aceita que é assim,
Vai continuar sendo,
Só que nunca desistimos e voltamos pra batalha!
Firmes e fortes;
E peladões.
Nossa arma é o nosso canto.
Daríamos o coração pela vitória.
Sete anos de guerra e cada dia as batalhas ficam mais tensas.
Mas só o que acontece é mudar o meu cheiro.
Hoje eu sei que eu exalo paz.
p.s.: Salve os malucos do mundo!
O sol sempre bate mais, cada dia mais.
E a lua cada vez mais se aproxima, tentando entender o que eu falo com ela.
Eu acho que já estou curtido de mais!
Mas um dia ainda vou ser mais "da antiga" ainda e o respeito só cresce.
A guerra entre o exército nu e o muro dos paradigmas.
Sempre haverá!
É que agente pensa de mais,
Sente de mais,
Ri de mais,
Tudo é de mais.
As pausas são as melhores:
Simplesmente agente aceita que é assim,
Vai continuar sendo,
Só que nunca desistimos e voltamos pra batalha!
Firmes e fortes;
E peladões.
Nossa arma é o nosso canto.
Daríamos o coração pela vitória.
Sete anos de guerra e cada dia as batalhas ficam mais tensas.
Mas só o que acontece é mudar o meu cheiro.
Hoje eu sei que eu exalo paz.
p.s.: Salve os malucos do mundo!
Marcadores:
lisérgicos
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Acompanhado
Essa respiração úmida no ombro.
Eu sei que é alguém.
Que não vejo quem.
Por não olhar pro lado,
Ou por não querer saber.
Não precisar talvez.
Mas acho que já até sei,
Só preciso enxergar mais.
Pensar menos
E sentir mais ainda.
Pensamentos involuntários,
Sei que não são meus.
São para mim eu sei.
Sentimentos físicos desse imaginário irreal,
Ou é só real de mais pra acreditar?
Não são os olhos abertos que me farão ver,
Já que não são os ouvidos que me fazem escutar.
Mas é que o coração acelera;
Algumas vezes até me tira a atenção.
O peito pula forte quando eu sinto perto.
É tanta segurança que dá medo.
Eu sei que é alguém.
Que não vejo quem.
Por não olhar pro lado,
Ou por não querer saber.
Não precisar talvez.
Mas acho que já até sei,
Só preciso enxergar mais.
Pensar menos
E sentir mais ainda.
Pensamentos involuntários,
Sei que não são meus.
São para mim eu sei.
Sentimentos físicos desse imaginário irreal,
Ou é só real de mais pra acreditar?
Não são os olhos abertos que me farão ver,
Já que não são os ouvidos que me fazem escutar.
Mas é que o coração acelera;
Algumas vezes até me tira a atenção.
O peito pula forte quando eu sinto perto.
É tanta segurança que dá medo.
Marcadores:
lisérgicos
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Pássaros
O que os pássaros falam?
Som que para muitos é tão igual,
Mas não é!
Qual significado daqueles sons que emitem o dia todo?
Ouvi dizer que cada grande grupo,
Tem seu espírito;
Cada um em um plano.
Até mesmo as pedras:
Imagine o pensamento de uma rocha durante todo o tempo até se dissipar no ar como grão de areia que será vento, nuvem, chuva, barro, terra, planta, flor, fruto, homem, semente, pássaro...
"As formigas movem o mundo."
E quando uma morre, o mundo para.
Som que para muitos é tão igual,
Mas não é!
Qual significado daqueles sons que emitem o dia todo?
Ouvi dizer que cada grande grupo,
Tem seu espírito;
Cada um em um plano.
Até mesmo as pedras:
Imagine o pensamento de uma rocha durante todo o tempo até se dissipar no ar como grão de areia que será vento, nuvem, chuva, barro, terra, planta, flor, fruto, homem, semente, pássaro...
"As formigas movem o mundo."
E quando uma morre, o mundo para.
Marcadores:
lisérgicos
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Um Lugar Chamado Lucidez
Meu diário de bordo não está nem na metade.
Tantos lugares inexplorados em meus pensamentos,
Que nem sei se o completarei algum dia.
Mas de todos que já estive,
Com certeza o mais louco
É um lugar chamado Lucidez.
Inabitado.
Só encontrei nômades por lá.
Ciganos loucos que o perambularam por segundos.
Bichos-grilos procurando Wood Stock.
Lugar distante da literatura beatnick,
Onde Kerouac convesou com Casteñeda.
Mas nunca quiseram construir casa por lá.
Penso que seja porque o solo é muito debilitado,
São vários os deslizamentos, deslizes, erosões, depressões
que acontecem lá: diariamente.
Com certeza Huxley um dia esteve lá também,
Mas não encontrou nenhuma porta.
Por aquelas bandas, nunca houve nenhum louco o bastante
Que assumisse o posto de rei.
Tantos lugares inexplorados em meus pensamentos,
Que nem sei se o completarei algum dia.
Mas de todos que já estive,
Com certeza o mais louco
É um lugar chamado Lucidez.
Inabitado.
Só encontrei nômades por lá.
Ciganos loucos que o perambularam por segundos.
Bichos-grilos procurando Wood Stock.
Lugar distante da literatura beatnick,
Onde Kerouac convesou com Casteñeda.
Mas nunca quiseram construir casa por lá.
Penso que seja porque o solo é muito debilitado,
São vários os deslizamentos, deslizes, erosões, depressões
que acontecem lá: diariamente.
Com certeza Huxley um dia esteve lá também,
Mas não encontrou nenhuma porta.
Por aquelas bandas, nunca houve nenhum louco o bastante
Que assumisse o posto de rei.
Marcadores:
lisérgicos
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Green
No tempo da flauta encantada,
Eu era fauno que tocava bem.
Nunca fui nada além de imaginário.
Meu nome é Green.
Eu era fauno que tocava bem.
Nunca fui nada além de imaginário.
Meu nome é Green.
Marcadores:
lisérgicos
quarta-feira, 17 de março de 2010
Hemorragia
As luzes bailavam
Ou brigavam.
Sensação de floresta.
Espelho vivo, nas águas.
Animais irracionais,
Racionando sentimentos que pensam ter.
"É proibido dar mole"
E me soca o estômago a vontade de não ser.
Fumaça branca entorpecida
Queima meu pensamento - até a última ponta.
E queima os dedos;
E queima os lábios.
Sangue carbonizado que se esvai:
Do pulso atado.
Ou brigavam.
Sensação de floresta.
Espelho vivo, nas águas.
Animais irracionais,
Racionando sentimentos que pensam ter.
"É proibido dar mole"
E me soca o estômago a vontade de não ser.
Fumaça branca entorpecida
Queima meu pensamento - até a última ponta.
E queima os dedos;
E queima os lábios.
Sangue carbonizado que se esvai:
Do pulso atado.
Marcadores:
lisérgicos
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Só.Mente
Só por hoje:
Me afogarei em piscinas de algodão.
Beberei o vento,
Até que minha bexiga estoure.
Comerei meus pensamentos - tentando digeri-los -
E terei indigestão.
Ascenderei todo meu sangue
Em busca de um trago profundo - que me sufoque.
Desenharei em um guardanapo qualquer: um cérebro substituto.
O que pensar sobre o que escrevo?
Talvez seja assim mesmo: eu sou só isso - só.
Se for assim que seja:
O que já é só.mente.
Entre um rim e outro,
Me sinto cada vez mais leve.
Escarro meu coração que pulsa - .............
Fora...............................................................
.........................................................de..........
...........................compasso........................... -
Em minha mão.
Esse suor que me arde os olhos
Não é meu.
A saliva que meu pulmão respira:
Me deixa engasgado.
Tosse.
Me afogarei em piscinas de algodão.
Beberei o vento,
Até que minha bexiga estoure.
Comerei meus pensamentos - tentando digeri-los -
E terei indigestão.
Ascenderei todo meu sangue
Em busca de um trago profundo - que me sufoque.
Desenharei em um guardanapo qualquer: um cérebro substituto.
O que pensar sobre o que escrevo?
Talvez seja assim mesmo: eu sou só isso - só.
Se for assim que seja:
O que já é só.mente.
Entre um rim e outro,
Me sinto cada vez mais leve.
Escarro meu coração que pulsa - .............
Fora...............................................................
.........................................................de..........
...........................compasso........................... -
Em minha mão.
Esse suor que me arde os olhos
Não é meu.
A saliva que meu pulmão respira:
Me deixa engasgado.
Tosse.
Marcadores:
lisérgicos
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Da última caixa
Dentro da menor caixa,
Dentro de todas as outras maiores.
Lá está a resposta.
Surpresas já me cansam.
Odeio esse joguinho de abrir presentes - dentro de presentes.
Caixas e mais caixas,
Que nunca acabam.
E pra piorar sempre tem papel picado entre uma e outra.
Isso me causa uma náusea enfurecida.
Vômito de liberdade.
Sai tudo, até as vísceras impuras,
Ensangüentadas,
Fétidas;
Inúteis.
Quero minha casa.
Minha cama.
Meus livros!
E aquela poltrona que nunca tive.
-Por favor, apague a luz! Vou ler agora.
As lentes dos meus óculos estão invertidas.
O lápis já não tem ponta.
A música começou em seu fim - meu fim.
A inércia dessa reticência infinita.
Cambalhotas.
Acrobacias ousadas...
Gravidade zero.
Todo mundo voando - menos aqueles que cortaram suas asas.
A porta se abriu,
Mas no fim do corredor tem outra.
- O banheiro é a segunda à esquerda.
Droga!, papel higiênico acabou.
Sem lápis, sem papel...
Liga o chuveiro e escreve com o dedo no espelho embaçado:
Não sei você,
Mas tenho uma sensação de estar sendo sonhado.
Dentro de todas as outras maiores.
Lá está a resposta.
Surpresas já me cansam.
Odeio esse joguinho de abrir presentes - dentro de presentes.
Caixas e mais caixas,
Que nunca acabam.
E pra piorar sempre tem papel picado entre uma e outra.
Isso me causa uma náusea enfurecida.
Vômito de liberdade.
Sai tudo, até as vísceras impuras,
Ensangüentadas,
Fétidas;
Inúteis.
Quero minha casa.
Minha cama.
Meus livros!
E aquela poltrona que nunca tive.
-Por favor, apague a luz! Vou ler agora.
As lentes dos meus óculos estão invertidas.
O lápis já não tem ponta.
A música começou em seu fim - meu fim.
A inércia dessa reticência infinita.
Cambalhotas.
Acrobacias ousadas...
Gravidade zero.
Todo mundo voando - menos aqueles que cortaram suas asas.
A porta se abriu,
Mas no fim do corredor tem outra.
- O banheiro é a segunda à esquerda.
Droga!, papel higiênico acabou.
Sem lápis, sem papel...
Liga o chuveiro e escreve com o dedo no espelho embaçado:
Não sei você,
Mas tenho uma sensação de estar sendo sonhado.
Marcadores:
além do reflexo,
lisérgicos
domingo, 10 de janeiro de 2010
Viagem Coletiva
Uma guitarra que canta.
Cada fresta da música,
Era completada por seis cordas,
Duas mãos...
E uma viagem coletiva.
O irreal perseguia todos os pensamentos.
Vontade de perguntar:
- Você está vendo isso?
Ninguém poderia responder.
Tudo pode ter sido apenas:
Mais uma conversa telepática alucinógena.
Cada fresta da música,
Era completada por seis cordas,
Duas mãos...
E uma viagem coletiva.
O irreal perseguia todos os pensamentos.
Vontade de perguntar:
- Você está vendo isso?
Ninguém poderia responder.
Tudo pode ter sido apenas:
Mais uma conversa telepática alucinógena.
Marcadores:
lisérgicos
domingo, 3 de janeiro de 2010
Coração de Brinquedo
Coração errante
Corre...
Bate acelerado.
A risada finda.
Sarcástica,
Seca...
Idiota.
As pernas cansadas,
Trêmulas
Já nem sabem aonde vão.
O corpo pesado - sem o peso da consciência -
Segue na constante inércia de um passo.
E passa...
Vento, instante, hora.
Passa a vez.
A cabeça rola,
Porque o pé chuta.
E só bate na trave.
Ruim de mira.
Coração de plástico
Para...
Já nem bate mais.
Corre...
Bate acelerado.
A risada finda.
Sarcástica,
Seca...
Idiota.
As pernas cansadas,
Trêmulas
Já nem sabem aonde vão.
O corpo pesado - sem o peso da consciência -
Segue na constante inércia de um passo.
E passa...
Vento, instante, hora.
Passa a vez.
A cabeça rola,
Porque o pé chuta.
E só bate na trave.
Ruim de mira.
Coração de plástico
Para...
Já nem bate mais.
Marcadores:
espelho espelho meu,
lisérgicos
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Sem Sinal
Está vivo ainda?
Por quê?
Maldito chamado no fim da vida.
Apareceu e falou qualquer coisa,
Mas tocou.
Fez pensar.
Sonhando, sentindo, vivendo,
Segue com a dúvida: está vivo ainda?
Pra que?
Liga pra over dose, por favor!
Este número está fora de área ou desligado.
Por quê?
Maldito chamado no fim da vida.
Apareceu e falou qualquer coisa,
Mas tocou.
Fez pensar.
Sonhando, sentindo, vivendo,
Segue com a dúvida: está vivo ainda?
Pra que?
Liga pra over dose, por favor!
Este número está fora de área ou desligado.
Marcadores:
lisérgicos
domingo, 13 de dezembro de 2009
♭
Tocando a vida meio tom abaixo!
Construindo um casulo com lugares extras.
Éden idealizado.
Vida de dois mundos;
de um plano só.
Lar de pensamento.
Sem tempo, sem dia, sem noite...
Sem idade!
Só viver, sentir, querer...
E saber que não dura o bastante,
que vai querer mais.
Mas acaba a beijando
e de mãos dadas vai.
"Um louco não é menos músico do que tu e eu; só que o instrumento que ele toca está um pouco desafinado." Khalil Gibran
Construindo um casulo com lugares extras.
Éden idealizado.
Vida de dois mundos;
de um plano só.
Lar de pensamento.
Sem tempo, sem dia, sem noite...
Sem idade!
Só viver, sentir, querer...
E saber que não dura o bastante,
que vai querer mais.
Mas acaba a beijando
e de mãos dadas vai.
"Um louco não é menos músico do que tu e eu; só que o instrumento que ele toca está um pouco desafinado." Khalil Gibran
Marcadores:
espelho espelho meu,
lisérgicos
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Certo Errado
Começou errado.
Tudo certo pra dar errado...
Tem gente esperando!
Telefone toca:
Já vou.
Tudo errado deu errado.
Socorro, mas espera.
Hora e meia se despede
Discutindo o outro plano.
Nave espacial chega tarde,
Mas aparece também.
O proximo é bem melhor.
Esse aqui é bom mais não.
Musica de viagem
Três anos pra começar a outra.
Tudo errado,
Mas vai da certo!
Acabo a música.
Com cuidado,
Pé na estrada.
É aqui mesmo!
Lava a mão e pede uma!
Gelada!
Saravá e vira o copo!
Volta pra casa sozinho,
Acompanhado da sombra.
Tudo certo pra dar errado...
Tem gente esperando!
Telefone toca:
Já vou.
Tudo errado deu errado.
Socorro, mas espera.
Hora e meia se despede
Discutindo o outro plano.
Nave espacial chega tarde,
Mas aparece também.
O proximo é bem melhor.
Esse aqui é bom mais não.
Musica de viagem
Três anos pra começar a outra.
Tudo errado,
Mas vai da certo!
Acabo a música.
Com cuidado,
Pé na estrada.
É aqui mesmo!
Lava a mão e pede uma!
Gelada!
Saravá e vira o copo!
Volta pra casa sozinho,
Acompanhado da sombra.
Marcadores:
lisérgicos
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Arco-íris Preto
Arco-íris preto.
Colorido.
Caos organizado e arrumação de zona.
Luz da escuridão,
Surge.
Arco-íris branco,
Depois colorido.
Preto é mais não.
Clarão escuro de trevas iluminada.
Vai.
Arco-íris,
Preto branco colorido.
Sorriso sem graça
Dum olho só.
Ascende apaga logo,
Pra num acabá.
Prende passa logo
Pra num apagá.
Colorido.
Caos organizado e arrumação de zona.
Luz da escuridão,
Surge.
Arco-íris branco,
Depois colorido.
Preto é mais não.
Clarão escuro de trevas iluminada.
Vai.
Arco-íris,
Preto branco colorido.
Sorriso sem graça
Dum olho só.
Ascende apaga logo,
Pra num acabá.
Prende passa logo
Pra num apagá.
Marcadores:
lisérgicos
domingo, 6 de dezembro de 2009
Pinga
Pinga a pinga pingou
Pinga a pinga pingou
Pingou a pinga pinga
A pinga pingou pinga
A pinga pinga pingou
Pingou pinga a pinga
A pingou pinga pinga
A pinga pinga... (glicose)
Pinga a pinga pingou
Pingou a pinga pinga
A pinga pingou pinga
A pinga pinga pingou
Pingou pinga a pinga
A pingou pinga pinga
A pinga pinga... (glicose)
Marcadores:
lisérgicos
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Da Gota
Dentro da gota,
Visão de lupa...
Cai.
Muito rápido,
Como se não fosse parar.
Mas sempre encontra um pára-brisa.
Escorre...
E desaparece na palheta do limpador.
Visão de lupa...
Cai.
Muito rápido,
Como se não fosse parar.
Mas sempre encontra um pára-brisa.
Escorre...
E desaparece na palheta do limpador.
Marcadores:
além do reflexo,
lisérgicos
Assinar:
Postagens (Atom)